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A imagem mostra um violoncelo em um ângulo de baixo pra cima, a mão do músico segurando o arco e as luzes do teto da Sala São Paulo.

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Temporada Osesp: Câmara

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violoncelo
contrabaixo
Erika Muniz
soprano
Fernando Coutinho
baixo-barítono
clarinete
Jabez Lima
tenor
Mikael Coutinho
tenor
Pedro Augusto Diniz
cravo
violino
Contrafagote
Solange Ferreira
mezzo soprano
Local: Sala São Paulo
Data: dom., 17 de novembro de 2024
Horário: 18:30
Duração: 60 min.
Preço: R$ 39,60 a R$ 132,00
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Programa

ERIKA MUNIZ SOPRANO SOLANGE FERREIRA CONTRALTO JABEZ LIMA TENOR MIKAEL COUTINHO TENOR FERNANDO COUTINHO BAIXO PEDRO AUGUSTO DINIZ CRAVO

BARBARA STROZZI Primo Libro di Madrigali [Primeiro Livro de Madrigais], Op. 1: Excertos

GIULIANO ROSAS CLARINETE ROMEU RABELO FAGOTE ANDRÉ GONÇALVES TROMPA RODOLFO LOTA VIOLINO ANDRES LEPAGE VIOLA ADRIANA HOLTZ VIOLONCELO CLÁUDIO TOREZAN CONTRABAIXO

LUDWIG VAN BEETHOVEN Septeto em Mi bemol maior, Op.20

Um ano antes do nascimento de Antonio Vivaldi [1678-1741], falecia Barbara Strozzi. Os dois tinham em comum o fato de serem compositores barrocos venezianos, embora a fama de Strozzi esteja longe de equiparar-se à do padre ruivo. No entanto, Barbara foi uma das mais importantes compositoras venezianas do século XVII. Também cantora, era filha do poeta e libretista Giulio Strozzi [1583-1652] com Isabella Garzoni. Aos 16 anos, ela cantava profissionalmente acompanhando-se num dos muitos instrumentos de que seu pai dispunha. Em 1644, Strozzi divulgou seu Opus 1, Il primo libro di madrigali, com letras escritas por seu pai. Compositora prolífica, com mais de uma centena de peças, sua obra foi publicada em oito coletâneas ainda durante sua vida. A primeira parte do recital traz madrigais de duas a cinco vozes de seu Primeiro Livro de Madrigais, editado em Veneza em 1641.

A segunda parte do concerto enfoca a Primeira Escola de Viena, um dos eixos da Temporada, num salto que nos leva até a virada do século XIX, quando foi escrito o Septeto em Mi bemol maior de Beethoven. Com cerca de 40 minutos de duração e seis movimentos, a obra se assemelha a uma serenata do século XVIII. Luminosa e despreocupada, marca o final de um período de formação, no qual Beethoven se estabelece em Viena como compositor e virtuose do piano. Será a ocasião perfeita para ver quais são as semelhanças com o_ Octeto em Fá, D. 803_ de Schubert, obra também apresentada nesta série e inspirada no Septeto de Beethoven.