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Pollyana Santana

Integrante da Osesp desde: 02 de setembro de 2026. Obra favorita: Petite Messe Solennelle, de Gioachino Rossini, sua primeira experiência como solista junto a um coro.

Natural de São Gotardo, em Minas Gerais, a soprano Pollyana Santana foi criada em Poços de Caldas. Desde criança, cantava com o pai e a irmã na igreja batista e, aos nove anos, começou a participar de atividades de musicalização, teatros musicais e cantatas. Aos 12, iniciou os estudos de piano no Conservatório Antônio Ferruccio Viviani e, posteriormente, de violino em um projeto social da Prefeitura de Poços de Caldas. Paralelamente, integrou o Madrigal Jovem Feminino da Escola Vivace, sob a regência de Raquel Mantovani e Maria Inês Lobão, experiência que marcou seu primeiro contato mais efetivo com o canto coral.

Com o encerramento do projeto social, passou a estudar violino no Conservatório Antônio Ferruccio Viviani, onde concluiu, em 2015, o Curso Técnico em Violino. No ano seguinte, iniciou estudos com a violinista Elisa Fukuda, em São Paulo, com quem trabalhou até 2022. O canto, entretanto, continuou presente em sua formação e, em 2018, iniciou os estudos de canto lírico com Fabiano Pereira. Em 2019, foi aprovada para a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, sob a regência de Cláudio Cruz, e mudou-se para a capital. No ano seguinte, ingressou na Escola Municipal de Música de São Paulo, na classe de canto lírico da professora Maria Lúcia Waldow, com quem estuda até hoje. Em 2023, concluiu a Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Claretiano.

Como cantora, integrou o Coro Jovem do Conservatório Antônio Ferruccio Viviani, o Coro Jovem da Escola Municipal de Música de São Paulo e o Coro Acadêmico Mozarteum Brasileiro, este último sob a regência de Rolf Beck. Em 2024, participou do Ópera Estúdio da Fundação Theatro Municipal de São Paulo. Também participou de festivais como o Música nas Montanhas, a Academia Mozarteum Brasileiro e o Festival Internacional SESC Pelotas. Em 2022, passou a integrar a Orquestra Sinfônica de Santo André como violinista, conjunto com o qual também teve a oportunidade de atuar como cantora solista, sob a regência de Abel Rocha.

Entre suas experiências como solista estão a interpretação de Una voce poco fa, de Gioachino Rossini, com a Orquestra Sinfônica de Santo André e com a Orquestra do Programa Prelúdio, sob a regência de Júlio Medaglia, no Teatro Cultura Artística, ambas em 2024. Em 2025, apresentou Não sei afastar as imagens sombrias, ária da ópera O Corsário, de Giuseppe Verdi, com a Osesp, na Sala São Paulo, sob a regência de Jac van Steen. Em 2026, voltou a se apresentar com a Orquestra Sinfônica de Santo André, desta vez em Ch'io mi scordi di te, de Wolfgang Amadeus Mozart, sob a regência de Abel Rocha, e atuou como solista com a Orquestra Sinfônica de Jundiaí, no Teatro Polytheama, interpretando obras de Gounod, Rossini, Puccini e Verdi, sob a regência de Claudia Feres.

Sua trajetória como cantora também foi marcada por importantes resultados em concursos. Em 2024, foi finalista do Programa Prelúdio, da TV Cultura, e do 3º Concurso de Canto Natércia Lopes. No ano seguinte, venceu o Concurso Jovens Solistas da Osesp e conquistou o Primeiro Grande Prêmio Feminino do 23º Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas. Participou ainda das fases Distrital, na Argentina, e Regional, no Chile, do Metropolitan Opera Laffont Competition, experiência que a levou a cantar no Teatro Colón, em Buenos Aires.

Além do canto, Pollyana mantém sua trajetória como violinista. Atuou na Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e na Orquestra Sinfônica de Santo André, e integrou o Quarteto de Cordas Feminino Aurora, com o qual teve experiências em música de câmara. Atualmente, estuda alemão no Goethe-Institut São Paulo, por meio de uma bolsa concedida pelo Mozarteum Brasileiro, e tem o desejo de conhecer diferentes lugares e culturas por meio das viagens.