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Integrante da Osesp desde: 10 anos antes da reestruturação, sendo sua primeira memória com a Orquestra a de um concerto no Memorial da América Latina, sob batuta de Eleazar de Carvalho, em setembro de 1987. Obra favorita: quase toda a obra de Tchaikovsky e de Beethoven. Também gosta muito das obras de Heitor Villa-Lobos e dos quatro concertos para piano e orquestra de Sergei Rachmaninov.

Natural de São Paulo, o trombonista Fernando Chipoletti iniciou seus estudos aos 15 anos de idade, no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí, onde estudou com Dráuzio Chagas, Gilberto Gagliardi e Reinaldo Gianelli. Ainda naquela cidade, fez aulas com o trombonista estado-unidense Peter Cirelli, nos cursos de férias do conservatório. Bacharelou-se em trombone pela Faculdade Mozarteum de São Paulo (FAMOSP) e participou das masterclasses de Joseph Alessi, primeiro trombone da Orquestra Filarmônica de Nova York, e de Per Brevig, primeiro trombone da Orquestra da Metropolitan Opera de 1968 a 1994. Em 2001, apresentou-se em recital durante o 30th International Trombone Festival, realizado na Universidade Belmont, em Nashville, nos Estados Unidos.

Em 1978, seu primeiro ano no Conservatório de Tatuí, garantiu o terceiro lugar no Concurso Ernest Mahle. Na década de 1990, foi membro da Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul e monitor do naipe de trombones da Orquestra Experimental de Repertório (OER), nos anos 1990. Integrante do Grupo Trombonismo, que, com mais de 30 anos de história, é considerado o primeiro quarteto brasileiro de trombones, lançou com grupo o CD Música Brasileira para Quarteto de Trombones (Independente, 2017). Integrou até 2019 o grupo Metal Brasil, quarteto de metais com trompete, trombone, trompa e tuba, com o qual gravou o CD Trombonismo.

Antes da reestruturação da Osesp, solou com a Orquestra em interpretação da Sinfonia nº 3 em Ré Menor, de Gustav Mahler. Também foi o solista do Concertino para Trombone e Orquestra de Cordas C 128 e do Concerto para Trombone e Orquestra Sinfônica C 151, ambos de Ernst Mahle, todos com a antiga Osesp e com o maestro Roberto Tibiriçá, no memorial da América Latina. Frequentou diversos festivais como aluno, tais como o Festival de Inverno de Campos do Jordão (1977-1981) e a Semana da Música de Tatuí (nos anos em que estudou por lá). No Festival Música nas Montanhas, de Poços de Caldas, Minas Gerais, foi tocar com um grupo de metais liderado por Hugo Kecenhuk (2013), e em 2001 participou do International Trombone Festival, em Nashville, promovido pela Belmont University. Hoje, é frequentemente convidado para ministrar aulas em eventos dessa natureza, inclusive em alguns festivais dos quais participou como aluno. Assim, deu aulas no Festival de Inverno de Campos do Jordão, na Semana da Música de Tatuí, no Festival de Música de São João da Boa Vista, no Música de Sarzedo — Bandas (2018) e na Oficina de Música de Curitiba.

Fernando leciona, já há 24 anos, trombone tenor e trombone baixo na EMESP Tom Jobim, onde também coordena um projeto de música de câmara. Em 2001, foi professor do Departamento de Música da Universidade de São Paulo (USP).

Dos muitos momentos marcantes com o grupo, não se esquece do emocionante concerto de abertura da Sala São Paulo, em julho de 1999, em que apresentaram, sob a batuta de John Neschling, a Sinfonia nº 2 — Ressurreição, de Gustav Mahler. Também se lembra vivamente da primeira turnê da Osesp pela Europa, em 2003, quando o grupo se apresentou na Alemanha e na Suíça.

Fernando adora andar de bicicleta e esse é, frequentemente, o meio de transporte que utiliza para vir aos ensaios ou aos concertos Matinais.

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