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Integrante da Osesp desde: o primeiro concerto após a reestruturação, em setembro de 1997. Obra favorita: várias.

A flautista Fabíola Alves iniciou seus estudos musicais com Lenir Siqueira, na Escola de Música do Espírito Santo (EMES), atual Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES). Bacharelou-se em flauta transversal pela Faculdade Santa Marcelina, onde foi orientada por Grace Busch e Marco Cancello. Em 1993, participou da Académie Internationale d’Été de Nice, na França, onde fez aulas com Alain Marion.

Em 1988, venceu um concurso da Escola Municipal de Música de São Paulo (EMMSP) e, dois anos mais tarde, o Concurso Jovens Solistas da Osesp. Foi membro da Orquestra Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo, depois rebatizada Orquestra Sinfônica Jovem Eleazar de Carvalho, da Orquestra Sinfônica de Santo André (OSSA) e da Orquestra Brasil Jazz Sinfônica. Como solista, interpretou o Concerto para Flautim e Orquestra de Cordas de Osvaldo Lacerda, com a Orquestra Filarmônica do Espírito Santo (OFES). Também solou com a Osesp em duas ocasiões, em 2000 e em 2022.

Ao longo de sua formação, participou do Festival Internacional de Música de Londrina, da Semana da Música de Tatuí, do Festival de Inverno de Campos do Jordão e do Vulcan, no Canadá. Apresentou-se em masterclasses da flautista americana Jeanne Baxtresser, do alemão Michael Faust e do francês Pierre-Yves Artaud.

Junto à Orquestra e ao Coro Vox Brasiliensis, sob regência de Ricardo Kanji, gravou os CDs História da Música Brasileira: Período Colonial, Vols. I e II (Eldorado, 1999). Também gravou com a Orquestra Brasil Jazz Sinfônica. É professora de flautim na Academia de Música da Osesp e, como camerista, integrou o Sexteto para Piano e Quinteto de Sopro, de Francis Poulenc, patrocinado pela Fundação Vitae.

De suas memórias com a Osesp, lembra-se especialmente do concerto de inauguração da Sala São Paulo, em 9 de julho 1999, quando o grupo, sob a regência de John Neschling, interpretou a Sinfonia nº 2 — Ressurreição, de Gustav Mahler.

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