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Integrante da Osesp desde: 1994.

Natural da cidade de São Paulo, o pianista Fernando Tomimura iniciou seus estudos no Conservatório Musical Brooklin Paulista. É bacharel em música com habilitação em piano pela Universidade de São Paulo (USP), onde realizou também o mestrado em artes, sempre sob a orientação do pianista Amilcar Zani Netto. Sua dissertação de mestrado aborda o Dichterliebe, Op. 48, famoso ciclo de canções de Robert Schumann.

Premiado com o 2º lugar no Grande Concurso Magda Tagliaferro, atuou como concertista à frente de inúmeros grupos sinfônicos brasileiros, como a Osesp, a Orquestra Brasil Jazz Sinfônica, a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, a Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, a GRU Sinfônica, a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, a Orquestra Experimental de Repertório (OER) e a Orquestra do Theatro São Pedro. Também solou junto a grupos menores, como a Camerata Cantareira, a Orquestra de Câmara l’Estro Armonico e a Camerata Fukuda.

Seu repertório imaginativo e sua sensibilidade abrangente encontram-se registrados em diversas colaborações. Sob a regência de Celso Antunes, solou Os Quatro Temperamentos, de Paul Hindemith, na gravação do álbum comemorativo Camerata Fukuda 20 Anos (Paulus, 2010). Para o CD duplo Willy Corrêa de Oliveira: O Presente (Água Forte, 2006), projeto patrocinado pela Petrobrás, gravou a obra Velhos Hinos Cantados de Novo: 12 Peças para Piano, e seu álbum Ressonâncias (Tratore, 2016) reúne 13 poemas para piano de Alexandre Guerra. Participou ainda da gravação integral dos Choros de Heitor Villa-Lobos, que a Osesp, sob regência de John Neschling, lançou em 2008, pelo selo Bis, bem como do álbum Aylton Escobar: Obras para Coro (Selo Digital Osesp, 2013).

Desde 1995, forma, com o flautista Rogério Wolf, o Duo Wolf & Tomimura, que explora facetas menos familiares do repertório para flauta e piano. Além de recitais no Brasil, já se apresentou na Alemanha, Áustria, Argentina, Chile, Espanha, Finlândia, França, Hungria, Polônia, Portugal, Rússia e Suíça. Ávido na busca por obras menos visitadas, foi o responsável pelas estreias brasileiras do Quinteto para Piano e Cordas, de Béla Bartók, com o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, e da obra de Silvio Ferraz para coro misto e piano, Fragmentos de Hoje como Ontem ao Meio-Dia, em 2002, junto ao Coral da Osesp e sob a batuta de Samuel Kerr.

Lecionou piano na Universidade Livre de Música, atual EMESP Tom Jobim, de 1994 a 2003, e é professor de piano na Escola Municipal de Música de São Paulo (EMMSP) desde 2000, onde também lecionou música de câmara entre 2006 e 2019. Por cinco anos, regeu o Coral Jovem do Estado, grupo artístico ligado à EMESP Tom Jobim, e, em junho de 1999, estreou como diretor musical na ópera A Solteirona e o Ladrão, do compositor ítalo-americano Gian Carlo Menotti no Sesc Ipiranga.

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