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Integrante da Osesp desde: março de 2003. Obra favorita: Réquiem em Ré Menor K. 626, de W. A. Mozart.

Natural de São Paulo, a mezzo soprano Fabiana Portas estudou piano na Escola Municipal de Música de São Paulo (EMMSP). Fez aulas de canto lírico com Marcos Thadeu, regente do Coro Acadêmico da Osesp, com Francisco Campos e Juvenal de Moura. Com Ricardo Ballestero e Joaquim Paulo do Espírito Santo, estudou correpetição e repertório. Aperfeiçoou-se também com a prolífica mezzo soprano austro-chilena Graciela Araya.

Com diversificada experiência coral, integrou o Comunicantus, laboratório coral da USP, como membro do Coral da ECA-USP. Também participou do coro sacro Audi Cœlum e do grupo Lira d’Orfeo, com o qual gravou o álbum Lundu de Marruá: Modinhas e Lundus, séc. XVIII e XIX (Paulus Digital, 2007). Interpretou os papéis-títulos da ópera Maroquinhas Fru-Fru, do compositor teuto-brasileiro Ernst Mahle, fruto do projeto ópera estúdio do 7º Festival Música nas Montanhas, em 2006, e João, da ópera Hansel and Gretel [João e Maria], do alemão Engelbert Humperdinck. Junto à Osesp e seu Coro, foi solista no oratório Messias HWV 56 de G. F. Händel, nas Cantatas BWV 39, 129 e 161, de J. S. Bach, na Missa da Coroação K. 317, de W. A. Mozart, bem como nas obras corais A Ceremony of Carols Op. 28, de Benjamin Britten, e Chichester Psalms, de Leonard Bernstein. Ainda como solista, apresentou-se junto à Orquestra de Câmara Engenho Barroco, à Orquestra Sinfônica da USP e à UNIOPERA — Associação Coral da Cidade de São Paulo e Orquestra Acadêmica de São Paulo.

Depois de atuar como regente do coral infantojuvenil da associação Obra do Berço, entre 2001 e 2003, Fabiana tornou-se professora de técnica vocal e monitora de naipe do Coro de Funcionários do Itaú-Unibanco, ocupações que exerceu de 2005 a 2017.

Dos inúmeros momentos vividos junto ao Coro da Osesp, guarda na memória a primeira turnê internacional do grupo, em 2006, ocasião em que se apresentaram, para o rei da Espanha, Filipe VI, em Oviedo, ao lado do Coro da Fundação Príncipe de Asturias. Lembra-se ainda com emoção do concerto na Pinacoteca do Estado de São Paulo na Virada Cultural de 2009 e do concerto de abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, em 20 de janeiro de 2020.

Em paralelo a seu trabalho vocal, dedica-se ao estudo de terapias de cura por meio do uso de frequências sonoras e mantras, bem como à investigação das relações milenares entre a matemática, a música e a geometria sagrada.

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