Nenhum resultado foi encontrado.
Confira os termos da sua busca e tente novamente.


Abaixo, alguns dos itens mais buscados:

Ops! Parece que algo saiu errado.
Ocorreu um erro ao fazer a busca.
Por favor, tente novamente em alguns instantes.
Mais buscados
Jean-Guihen Queyras está com a cabeça apoiada em seu violoncelo de olhos fechados. Ele é um homem branco, de cabelo escuro, e veste uma blusa preta.

Voltar

Temporada Osesp: Thierry Fischer e Jean-Guihen Queyras

Compartilhar
corpo artístico
Jean-Guihen Queyras
violoncelo
Diretor Musical e Regente Titular

Programa

PYOTR ILYICH TCHAIKOVSKY Variações sobre um tema rococó, Op. 33 PYOTR ILYICH TCHAIKOVSKY Andante Cantabile ANTON BRUCKNER Sinfonia nº 4 em Mi bemol maior – Romântica

Eleito Artista do Ano pelos leitores do Diapason e Melhor Solista Instrumental pelas Victoires de la Musique Classique, Jean-Guihen Queyras distingue-se por seu ecletismo musical. Solista de longa data do Ensemble Intercontemporain, trabalhou intimamente com Pierre Boulez. Neste programa, no entanto, o artista, que já colaborou com a Osesp em outras ocasiões, volta-se para o repertório romântico.

A primeira parte do programa explora joias que não integram o catálogo de obras sinfônicas de grande escala de Tchaikovsky. Escrito em 1871, o seu Quarteto de cordas nº 1 foi bem recebido, com elogios especiais ao Andante cantabile, para o qual o compositor adaptou a melodia folclórica Canção dos barqueiros do Volga. O movimento acabou ganhando vida própria e, separado do Quarteto, é ouvido com frequência. Em 1888, Tchaikovsky arranjou-o para violoncelo e orquestra de cordas. Poucos anos depois do Quarteto, e antes de tornar-se um compositor consagrado, Tchaikovsky escreveu uma série de variações, para violoncelo e pequena orquestra, a partir de um tema antigo. Esse era um tipo de composição popular à época e servia para a exibição dos dotes técnicos de um solista. Nascia assim outra obra que conquistaria grande popularidade: as Variações sobre um tema rococó.

Já a segunda parte do programa tem uma das sinfonias mais executadas de Bruckner, a nº4. A obra foi escrita no mesmo período em que as peças de Tchaikovsky eram compostas e, ainda que com características profundamente românticas, a música de Bruckner é um elo entre Schubert, Mahler e a Segunda Escola de Viena.