Nenhum resultado foi encontrado.
Confira os termos da sua busca e tente novamente.


Abaixo, alguns dos itens mais buscados:

Ops! Parece que algo saiu errado.
Ocorreu um erro ao fazer a busca.
Por favor, tente novamente em alguns instantes.
Mais buscados
Sala de concertos com as luzes apagadas, apenas com o palco iluminado. No palco estão Orquestra, Coro e o maestro Thierry Fischer.

Voltar

Abertura da Temporada 2024

Compartilhar
corpo artístico
corpo artístico
Diretor Musical e Regente Titular
Susanne Bernhard
soprano
Luisa Francesconi
mezzo soprano
Werner Güra
tenor
Paulo Szot
barítono
Local: Sala São Paulo
Data: qui., 7 de março de 2024
Horário: 20:30
Duração: 88 min.
Preço: R$ 39,60 a R$ 258,00
Adicionar ao calendário

Programa

LUDWIG VAN BEETHOVEN Missa em Dó maior, Op. 86 JOHANNES BRAHMS Sinfonia nº 1 em dó menor, Op. 68

A Temporada 2024 — Osesp 70 anos começa oficialmente colocando lado a lado dois compositores que têm muito em comum: Ludwig van Beethoven e Johannes Brahms. Se Beethoven é um dos nomes da chamada Primeira Escola de Viena, Brahms é dos que mais mantiveram acesos os ensinamentos do mestre nascido em Bonn.

Destacados solistas nacionais e internacionais juntam-se à Osesp para interpretar a Missa em Dó maior, primeira incursão de Beethoven no gênero. Todos os anos, o príncipe Nikolaus Esterházy II encomendava uma nova missa em homenagem à sua esposa para ser cantada em sua residência. Em 1807, a encomenda a Beethoven causou alguma ansiedade ao compositor pois, entre 1796 e 1802, seu antigo professor, Franz Joseph Haydn, compôs seis dessas missas para Esterházy, e Beethoven temia a comparação inevitável.

Quando, em 1862, Brahms fixou-se definitivamente em Viena, o público já o respeitava como o herdeiro de Beethoven, e é provável que o receio de uma comparação direta determinasse a demora na estreia de sua primeira sinfonia. A partitura da Sinfonia nº 1 passou por um longo processo de elaboração que se arrastou por mais de 20 anos e a ansiedade do compositor manteve-se até o final, concretizada nas alterações que fez, de última hora, nos movimentos centrais.

Após a estreia, o maestro Hans von Bülow a apelidou de “Décima”, aludindo à continuidade que a obra representava em relação às nove sinfonias de Beethoven. Com este concerto, a Osesp e Thierry Fischer dão início à interpretação da integral das sinfonias de Brahms.

Baixar notas do programa