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Integrante da Osesp desde: maio de 1998. Obra favorita: Noite Transfigurada Op. 4, de Arnold Schoenberg, que tocou na versão para sexteto na universidade e na versão orquestral com a Orquestra Sinfônica da Galícia (OSG) e com a Osesp.

Natural de Jacksonville, Flórida, nos Estados Unidos, o violinista Matthew Thorpe iniciou seus estudos musicais ao piano, quando tinha apenas cinco anos de idade. Aos 11, optou pelo violino, vencendo, apenas quatro anos mais tarde, o Concurso Jovem Artista da Associação das Orquestras Sinfônicas de Montana (MASO). Em razão da premiação, solou o Concerto para Violino e Orquestra nº 1 em Sol Menor Op. 26, de Max Bruch, com a Orquestra Sinfônica de Billings. Em 1995, graduou-se pela Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, Pensilvânia, onde frequentou as turmas de Daniel Heifetz e Saul Bitran.

Em 1994, foi laureado com a Markus and Esther Klein Scholarship, da Orquestra Sinfônica Jovem de Pittsburgh, grupo do qual foi spalla. Em 1995, venceu o Concurso Jovem Artista da Orquestra Sinfônica de Westmoreland, em Greensburg, ocasião em que pode solar a Tzigane, de Maurice Ravel, e foi premiado, naquele mesmo ano, na Silberman Chamber Music Competition, em Pittsburgh. Na Pensilvânia, foi o spalla dos segundos violinos da Filarmônica de Erie e membro das orquestras da Ópera de Pittsburgh e do Pittsburgh Ballet Theater de 1994 a 1996. Também foi bolsista da New World Symphony (NWS), em Miami, Flórida. Sob a regência de Michael Tilson Thomas, participou de duas turnês internacionais do grupo, se apresentou como spalla no Carnegie Hall e gravou o CD New World Jazz (RCA Victor Red Seal, 1998). Na Espanha, foi chefe de naipe convidado da Orquestra Sinfônica da Galícia (OSG), em La Coruña, e concertino convidado da Orquestra Sinfônica de Tenerife.

Desde que se estabeleceu no Brasil, solou o Concerto para Violino, Violoncelo e Piano em Dó Maior Op. 56, de L. V. Beethoven, com a Orquestra Sinfônica da Unicamp, o Romance para Violino e Orquestra nº 2 em Fá Maior Op. 50, de Beethoven, com a Orquestra Filarmônica Carlos Gomes, de São Caetano do Sul, As Quatro Estações, de Antonio Vivaldi, com a Camerata Archi. Com a Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP, interpretou tanto o Concerto para Dois Violinos em Ré Menor BWV 1043, de J. S. Bach, quanto o Concerto para Quatro Violinos em Si Menor RV 580, de Antonio Vivaldi.

Bolsista do Festival dei Due Mondi, em Spoleto, na Itália, em 1996, fez, ao longo da carreira, masterclasses com o israelense Pinchas Zukerman, com o israelita-americano Itzhak Perlman, com os estado-unidenses Joel Smirnoff e William Preucil, com o violoncelista húngaro-americano János Starker, com o regente cubano Andrés Cárdenes e com o Tokyo String Quartet.

Atualmente, é primeiro violino do Quarteto Portinari e diretor artístico e professor de violino e música de câmara do Festival Orquestra Jovem Alegro (OJA), em Curitiba. É também diretor e fundador da São Paulo Chamber Soloists (SPCS), uma camerata de 14 solistas de cordas, sem maestro, dedicada ao repertório tradicional de cordas e à obra de compositores de comunidades minorizadas. Com o grupo, lançou os singles Divagações Sobre a Noite (Lemon Music, 2022), obra de autoria de Alexandre Guerra, e Fantasias para Piano e Cordas: Rodin e Camille (Lemon Music, 2022), também de autoria de Alexandre Guerra. Também com a SPCS, gravou o CD As Quatro Estações Brasileiras (Lemon Music, 2023).

Dos momentos com a Osesp, lembra-se especialmente dos concertos da Orquestra no histórico Carnegie Hall, em Nova York, em 14 e 15 de outubro de 2022, quando, sob a regência de Marin Alsop, apresentaram um repertório variado e o espetáculo Floresta Villa-Lobos, que combina 75 minutos ininterruptos de música com a projeção de um vídeo imersivo retratando as riquezas da flora e da fauna brasileiras. Também tem vivo na memória o concerto de julho de 2010 em que o regente Frank Shipway liderou a Osesp em apresentação de Uma Sinfonia Alpina Op. 64, de Richard Strauss, colaboração eternizada no CD Richard Strauss: Eine Alpensinfonie Op. 64 (BIS, 2012).

Diverte-se com exercícios de memória, por isso decorou os nomes de todos os 50 estados de seu país natal em ordem alfabética.

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