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Integrante da Osesp desde: desde 1994. Obra favorita: a Paixão Segundo São João BWV 245, de J. S. Bach, a ópera Les Indes Galantes, de Jean-Philippe Rameau, e o oratório Messias HWV 56, de G. F. Händel.

Natural de Osasco, em São Paulo, a soprano Viviane Casagrandi iniciou seus estudos formais de música na Escola Municipal de Música de São Paulo (EMMSP) onde estudou canto com Jarbas Braga, e teoria e percepção com Mário Zaccaro e Aída Machado. Obteve seu bacharelado em canto pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), sob orientação de Fernando Carvalhaes. Ali, estudou também com o regente Abel Rocha, a pianista Aída Machado, o regente e compositor Mário Zaccaro, o musicólogo Paulo Castagna e Martha Herr, soprano estado-unidense radicada no Brasil. Fez aulas regulares de aperfeiçoamento com a célebre soprano brasileira Neyde Thomas e com o cantor e fonoaudiólogo Juvenal de Moura. Também teve o privilégio de ser uma das últimas alunas de Hermínia Russo.

Frequentou o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz Fora, em 1999, o Festival de Música Antiga e Tradição Oral, em 1996 e 1997, e os Encontros Internacionais de Música da Casa de Mateus, em Portugal, que eram promovidos com o apoio do cravista Gustav Leonhardt e da violinista Marie Leonhardt, lendários intérpretes de música antiga. Nesses e em outros eventos, participou de masterclasses da soprano argentina Graciela Oddone, do cravista e regente francês Jérôme Correas, do baixo-barítono holandês Max van Egmond, do tenor holandês Marius van Altena, do flautista doce Pierre Hamon e da soprano canadense Suzie le Blanc.

Ainda no campo da interpretação historicamente informada, colaborou com o projeto História da Música Brasileira: Período Colonial, da Orquestra e do Coro Vox Brasilienses. Dirigido por Ricardo Kanji, esse importante trabalho artístico e de registro histórico resultou na gravação de dois CDs pelo selo Eldorado, em 1999, na produção de vídeos educativos transmitidos pela TV Cultura e em diversas apresentações, com destaque para o concerto no Petit Palais, museu de belas-artes de Paris, durante a exposição Brésil baroque: entre ciel et terre. Junto ao Coro de Câmara de São Paulo e à Orquestra de Câmara Engenho Barroco, sob a regência de Naomi Munakata, gravou os CDs Missa – Vol. II (Acervo da Música Brasileira / Restauração e Difusão de Partituras, 2001) e Ladainha de Nossa Senhora – Vol. VIII (Acervo da Música Brasileira / Restauração e Difusão de Partituras, 2003). Também participou, sob a batuta de Tiago Pinheiro, do CD Arrigo Barnabé: Missa In-Memoriam Arthur Bispo Do Rosário (Thanx God Records, 2004), álbum que granjeou elogios da crítica especializada.

Cantou no Talea, conjunto especializado em música medieval e dirigido por Fernando Carvalhaes, no La Bagatelle, grupo especializado em música barroca, extinto em 2000, no Coro Vox Brasilienses e no coro de música sacra Audi Coelum, grupos com os quais também se apresentou como solista. Com a Osesp, também atuou como solista no madrigal Barca di Venetia per Padova Op. 12, de Adriano Banchieri, em Vespro della Beata Vergine SV 206, de Claudio Monteverdi, e na Missa  e no balé Les Noces, de Igor Stravinsky.

Das lembranças com o coro destaca o concerto do monumental Réquiem Polonês, de Krzysztof Penderecki, regido pelo próprio compositor, em junho de 2004, e a apresentação da Missa em Si Menor BWV 232, de J. S. Bach, sob a batuta de Claus Peter Flor, regente alemão especialista na obra do compositor.

Viviane é nadadora há mais de 20 anos.

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