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Integrante da Osesp desde: 13 de março de 2003.

Obra favorita: O oratório Elias Op. 70, de Felix Mendelssohn.

Natural de Petrópolis, no Rio de Janeiro, o tenor Ernani Mathias Rosa estudou de 1980 a 1986 no Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis, lar dos famosos “Canarinhos de Petrópolis”, sob orientação dos freis Leto Bienias e José Luiz Prim. Ali, aprendeu flauta doce, com Gilberto Bittencourt, e piano, com Marco Aurélio Lischt. Posteriormente, de 1998 a 2002, estudou canto no Conservatório Brasileiro de Música (CBM), onde fez aulas com Ângelo Tribuzy. Após se formar, buscou a orientação dos tenores ítalo-brasileiros Antonio Lotti (2005) e Benito Maresca (de 2006 a 2009), e do cantor e regente Marcos Thadeu (2004). Em 2004, participou durante uma semana de uma oficina na Emesp Tom Jobim com Martha Herr, soprano estado-unidense radicada no Brasil. Fez cursos também com o tenor suíço Jörg Dürmüller e com o alemão Peter Schreier, além de aulas com Inácio De Nonno, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro da Academia Brasileira de Música (ABM). Entre 2005 e 2006, em São Paulo, frequentou ainda a ópera estúdio da EMESP Tom Jobim, coordenada por Mauro Wrona.

Sua experiência coral contempla o Coral Municipal de Petrópolis, do qual foi membro entre os anos de 1997 e 1999 e em 2002, e o Quarteto Cantabile, de 1993 a 2002, pelo qual recebeu o prêmio de Personalidade Petropolitana de 1999. Entre 2003 e 2006, participou do conjunto de música antiga luso-brasileira e hispano-americana Americantiga e entre 2009 e 2013 integrou o grupo de música sacra Audi Cœlum. Atualmente, faz parte da São Paulo Schola Cantorum, organização dedicada à difusão da música sacra erudita.

Solou Vespro della Beata Vergine SV 206, de Claudio Monteverdi, com o Coral Municipal de Petrópolis em 2002, e com o Audi Cœlum em 2012. Em 2003, no 2º Festival de Verão do Instituto dos Meninos Cantores Canarinhos de Petrópolis, solou a Missa em Sol Maior D. 167, de Franz Schubert. Em 2008, solou a ópera Porgy and Bess, de George Gershwin, no Teatro São Pedro. Com a Osesp e o Coro de Câmara da Osesp, cantou a Cantata BWV12, de J. S. Bach, em 2005.

Dentre as diversas gravações das quais participou, destacam-se aquelas com o Coral dos Canarinhos de Petrópolis (1984), com o Coral da Universidade Católica de Petrópolis, Um Natal Bem Brasileiro (1997), com o Americantiga Coro e Orquestra Barroca Música em São Paulo e Lisboa no Século XVIII (2004), e com o Voz Ativa Madrigal Dominus: Música Sacra Brasileira dos Séculos XX e XXI (2007), Spirituals: Negro Spirituals (Gravadora Cia. Do Gato, 2009). Com o Coro da Osesp, participou dos CDs Canções do Brasil (Biscoito Fino, 2010), sob regência de Naomi Munakata, e Heitor Villa-Lobos: Choral Transcriptions (Naxos, 2019), sob a batuta de Valentina Peleggi. Também fez uma colaboração no CD A Música de Gilberto Mendes (Selo SESC SP, 2010), em que participa nas músicas Cavalo Azul e Uma Foz na Fala (faixas 01 e 06).

Coleciona muitas memórias com a Osesp e lembra-se especialmente dos dois concertos de estreia do grupo no Carnegie Hall, em 14 e 15 de outubro de 2022, quando, sob a regência de Marin Alsop, apresentaram um repertório variado e o espetáculo Floresta Villa-Lobos, que combina 75 minutos ininterruptos de música brasileira com a projeção de um vídeo imersivo retratando as riquezas da flora e da fauna brasileiras.

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